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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

MIL MODOS DE SER CORNO!

Há tantos modos gostosos de exercer a vida de manso! 
Aqui vão algumas das possibilidades:

Corno On-Line:
Receber as fotinhos da safada com outros nos momentos mais inusitados, é um prazer sem tamanho!


CORNO DISTRAÍDO DA BALADA!
Dar aquela voltinha no banheiro, e pegar a safadinha de sarro com outro, não tem preço!


COITADINHO DO MARIDO!
Quando os colegas da sua mulher olham para o quanto ela é gostosa e exibidinha, sempre rola aquele pensamento: "Coitado do marido, nem sabe como ela é safada por aqui"!
INOCENTES!


DOMINGO SEM SAIR DE CASA!
Domingão, dia de descanso! E o corno não vai passear, pois tem muito o que assistir em casa. E não é a televisão!


CORNO SURPRESA!
Chegar, e sem nada combinado, acabar descobrindo que a safada está na cama, e você não faz ideia de com quem!!!
Até descobrir, aquela sensação gostosa de dúvida.


O NOIVO DA GENEROSA!
Ela é tão generosa, que resolveu ajudar a amiga a realizar a fantasia do namorado de transar com duas mulheres. E ele vai adorar! E você, vai ter que fingir para o casal de amigos que nunca desconfiou disso!


CORNO DISSIMULADO!
Tudo combinado. Ela morre de tesão por aqueles irmãos, e quer dar pros dois. Mas ele não podem nem desconfiar que você sabe, e você vai ter que armar aquele esquema pra levar esse chifre gostoso!

CORNO MOTIVADOR!
"Sim, meu amor, você está linda! Ele vai adorar"!

CORNO AMIGO!
É sua mulher. E você oferece ela com toda a generosidade pra aquele amigão do peito!



segunda-feira, 3 de agosto de 2015

MEU AMOR CORNO É MEU APOIO PERFEITO

- "Meu amor é corno. Faz amor com o meu corpo sem me penetrar. Goza com meu gozo e meu prazer. Goza com o corpo de outros homens quando sentem prazer no meu corpo. Meu amor é meu apoio, seja nas horas que estou triste, seja nas horas que estou sendo feliz sobre o corpo dele".
(Gato Manso) 


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Que rica obra, hein?
Colaboração do Gato Manso, do RS! Ele procura o amor da vida dele, mas não autorizou o e-mail pra contato, nem responde ao e-mail que mandei de volta perguntando se era pra divulgar. 
Alô Gato Manso, olha tua caixa lá!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

OS PRAZERES DA PORRA

É preciso ser corno pra compreender certos prazeres. Um deles é o da porra. 

Só o corno é capaz de entender o prazer de ver a mulher amada inseminada.


Pra sentir prazer vendo ela tomando aquelas golfadas de sêmen de macho insaciável.


Pra rir à toa quando chega em casa e ela está esperando assim:


Pra morrer de vontade de cair de boca chupando ela inteira quando a vê assim:


Pra ficar imediatamente desesperado de tesão quando ela manda uma foto assim por whatsapp:
"Ó amorzinho, ele acabou. To te esperando".


Só o corno entende que, por mais atraente e deliciosa que ela seja com a bucetinha cheirosa e apertadinha assim:

 ... É assim que o corno mais ama sentir: 
Gozada e fodida por outro.




quarta-feira, 4 de março de 2015

TUMBLR BOMBANDO!

Vamos seguir o trabalho por aqui também, mas caso o Sr. Google resolva dar piti novamente, o trabalho segue também no tumblr, neste link http://sonhodemanso.tumblr.com, onde já foram importadas todas as postagens aqui do Blogger para lá.

Agradeço aos amigos que compartilharam as dicas de como fazer a migração das postagens, foi graças a elas que consegui fazer o BakUp por lá! Pessoas participativas são sempre bem-vindas!




Mas como disse, o trabalho segue também por aqui, pois há funcionalidades que são ainda exclusividade do Blogspot, como chat, comentários, etc...

Se alguém souber de alguma solução para os comentários, a ajuda será muito bem-vinda!

Abraço a todos!

Ulisses

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O FIM DO BLOG SONHO DE MANSO?

NEM PENSAR!
É apenas um recomeço!

Este blog já sofreu ataques, censuras, já foi bloqueado, já foi Crackeado, e tudo o mais. Sempre recomecei do zero, e em poucos meses, estávamos com milhares de seguidores, e milhões de acessos. Neste momento, temos mais de 15 MILHÕES de visualizações. Só hoje mais de 20 Mil. E acham isso pouco?


Parece que o Blogger não quer mais na plataforma google sites e blogs de conteúdo pornográfico. Paciência! Vai perder milhares de colaboradores, e milhões de apreciadores! Mas estamos migrando para o TUMBLR!

Quer continuar acompanhando o Sonho de Manso? Clica aí, segue, e dá uma força pra esse blog JAMAIS MORRER!


Nosso E-Mail continua o mesmo, se quiser contribuir ou fazer contato, fale comigo, Ulisses, pelo e-mail:
blogsonhodemanso@gmail.com

sábado, 10 de janeiro de 2015

Artigo de Colaborador: Fetichismo Liberal e o BDSM: Um Diálogo Casual?



Bom pessoal, a meu pedido, uma pessoa que admiro muito aqui do Rio Grande do Sul, e que me ajudou a entender melhor minha própria trajetória como Manso, contribuiu com um artigo bem bacana sobre o BDSM e nossa realidade liberal. O texto é grande, mas acho que pra quem tem conteúdo, a leitura vai com certeza valer muito à pena. Obrigado, pela contribuição Júpiter!

Ulisses

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Fetichismo Liberal e o BDSM: Um Diálogo Casual?

O fetichismo humano tem uma diversidade tão grande de facetas, que me arriscaria a afirmar que é praticamente ilimitado. Depois de mais de uma década perambulando por muitas diferentes manifestações do impulso fetichista, e tendo escolhido o BDSM como um porto para ancorar minhas práticas nesta fase da vida, venho buscar uma interface entre o universo Cuckold e o fetichismo de Dominação sob a ótica BDSM.

Como Dominador, me senti honrado pelo convite de Ulisses para dissertar um pouco sobre o universo Cuckold, em que elementos como a “traição consentida”, a “humilhação erótica”, e até mesmo a “submissão masculina” no sentido FemDom, estão presentes até de maneira informal e desapercebida pelo meio relativo ao prazer em ver o prazer da parceira com outras pessoas. Especialmente quando existe este impulso de “renúncia ao próprio prazer físico” em detrimento do prazer da parceira e até mesmo de outros homens.

Este fetiche é muito mais comum entre homens em relação à liberação do comportamento sexual de suas parceiras do que o contrário. As mulheres tendem, de modo geral, a uma certa possessividade em relação aos seus parceiros. Mas isso encontra explicações inclusive biológicas[1] .
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[1] O comportamento masculino “Beta”, ou de adequação à superioridade de outros homens (machos Alfa) em relação à própria mulher amada (fêmea) é comum no reino primata e mamífero como estrutura social. O instinto fêmea de copular com o macho “mais forte”, mesmo sendo uma entre muitas fêmeas, é imperativo para a garantia da reprodução e fortalecimento da espécie. Todavia, os machos “provedores Beta” mantém sua utilidade social oferendo afetividade, proteção e estabilidade às fêmeas, o que os faz “úteis”. No reino natural não existem afetividades, mas afinidade utilitária. A conversão no plano dos seres mais conscientes transforma essas naturezas em afetividade e fetichismo. Mesmo que não se aceite a hipótese, há uma rendição inconsciente diante dos imperativos naturais, seja pela adesão gradual, seja pela negação compulsiva e violenta.





No BDSM, onde o acrônimo composto trás uma série de práticas compiladas que podem ser combinadas entre elas, ou experimentadas separadamente, se divide, de modo resumido (e muito resumido!) em:
 
B (Bondage): Práticas envolvendo “escravidão” através de imobilizações eróticas, com cordas, correntes, acessórios ou restrições mecânicas ou emocionais;
 Disciplina: Jogo prazeroso de Comando/obediência, envolvendo o controle corporal, físico ou mental de um parceiro sobre o outro;
D/s (Dominação/submissão): Semelhante ao anterior, todavia, composto pelo elemento continuidade. Geralmente as relações D/s são compostas de uma parte Dominante, e outra submissa, que atual de modo hierarquizado, havendo uma relação de “Poder/dever” entre as partes. O prazer é o objetivo maior, e a prioridade em geral é o prazer da parte Dominante. Mas ainda assim, realizando o prazer em “servir” da parte submissa. Essa prática pode ser aliada ou não às outras práticas do BDSM;
S/m (Sadismo/masoquismo): A mais conhecida face do BDSM, pela qual se popularizou no mundo a partir dos anos 70, e com forte influência na estética dos anos 80, o S/m era conhecido das revistas e redes liberais com S&M, geralmente atrelado à ideia de “comportamento abusivo e violento”. Um equívoco comum, diga-se de passagem.
O S/m se compõe da soma de duas vontades que se completam:
A parte Sádica realiza-se pela imposição de sensações fortes, sejam elas dolorosas, degradantes (dentro de padrões de segurança),  ou amendrontadoras. O sofrimento controlado, como humilhação - sempre pelo ponto de vista erótico – podem estar presentes aqui. O sádico (também chamado de Top) se realiza ao ocasionar à outra parte essas sensações, seja com instrumentos, situações ou pelas próprias mãos. O prazer do sádico – ou um deles, pelo menos! – reside fora de si mesmo, pois a existência de outra parte receptiva (geralmente chamada de Bottom) é essencial para satisfazer este impulso. Atenção a esta parte, podemos estar aqui falando, por exemplo, de uma esposa que sente satisfação em fazer de seu marido um homem traído, e quem sabe, inferiorizado sexualmente diante de outro homem, ainda que em ocasião transitória.
A parte masoquista ou bottom, por outro lado, se satisfaz pela experimentação da sensação forte de sofrimento controlado. Pode ser dor, humilhação, medo ou inferiorização. Alguma semelhança aqui com um marido colocado na pouco convencional
de corno manso, traído ou submisso? Pois bem, apesar de nem todo mundo pactuar desta sensação, a notícia é um alerta: Progressivamente o homem liberal vai se aproximando destas sensações, cada vez mais disposto a elas no decorrer do tempo, conforme a disposição de cada um! E os parceiros eventuais, solteiros, singles, machos ou “comedores”, como são costumeiramente chamados na liberalidade, tendem à experimentação da posição sádica, com o tempo.

Cabe lembrar que esta é uma leitura à partir do prisma das práticas BDSM, e que a grande maioria dos maridos e esposas liberais desconhecem estas práticas, ainda que sob nossa ótica, estejam inconscientemente praticando BDSM à suas maneiras.


A Particularidade das Experiências
Por muitos anos, antes mesmo de me reconhecer e declarar um praticante de BDSM de postura Dominadora, quando então me determinei com Dom Júpiter, vivenciei o mundo liberal também como single, e parceiro de muitos casais ao longo dos anos. Esta experiência me deu a oportunidade de observar muitos comportamentos e expectativas, e estabelecer estas interfaces.

Não raro, o marido liberal, candidato a ter uma esposa que lhe dá mais prazer ao entregar seu corpo a outros homens, tem uma tendência à submissão a esta mulher, e algumas vezes, também aos homens que a possuem. Considerando ser esta uma postura julgada e condenada pela sociedade formal como bizarra e inaceitável, admitir isso para estes homens é um desafio muito maior do que que se imagina. Os conflitos e sentimentos de culpa são uma constante, e isso pode conduzir a um comportamento sexual atípico e insatisfatório.

Recebi, ao longo dos anos, muitos relatos de homens frustrados em seus relacionamentos, por viverem relações que não os satisfazem, por serem convencionais e com pessoas incompatíveis com suas fantasias. Mas o mais comum era o de homens que, ao tentarem a experiência com suas esposas, viveram uma severa sensação de arrependimento, e por vezes, atritos que levaram à separação. Este é um ponto para o qual eu trago alertas importantes:

Considerações Importantes
Para se viver uma relação aberta, liberal, seja ela como Cuckold ou mesmo como esposa liberal, a cumplicidade, planejamento e paciência são essenciais. Onde conversas francas e abertas não forem possíveis, também não é terreno fértil para fantasias mais ousadas. É preciso lembrar que a convivência entre os parceiros, após a experiência fetichista, continua no campo convencional, e até familiar.

Estar pronto para saber separar estes planos sem que um interfira no outro é essencial. É necessária muita maturidade para qualquer relação entre duas pessoas dar certo. Logo, para uma relação não convencional, envolvendo terceiros eventuais, sexo intenso com outras pessoas, sensações como insegurança, ciúmes e autoestima, exige uma maturidade muito maior! Eis o alerta: Não tenha pressa para preparar o terreno de sua relação, e NÃO PULE ETAPAS. Sem cumplicidade e disposição das partes, não há qualquer chance de sucesso.

Outro IMPORTANTE ALERTA que posso trazer, é a escolha dos parceiros para viver as experiências liberais. Talvez uma das mais importantes colocações que faço a Ulisses, desde que nos conhecemos há vários anos, é a importância de escolher pessoas certas para as práticas certas. Uma má experiência, em especial no começo da caminhada liberal, pode determinar o fim da disposição, e o fracasso das tentativas. Embora no imaginário do parceiro liberal exista um homem atlético, bonito e bem dotado para dispor de sua amada mulher diante de seus olhos, é necessário saber que nem todos os bons parceiros tem todos estes atributos. E o mais importante deles é a compatibilidade com o casal, e sua confiabilidade.

Ainda que o parceiro eventual seja “descartável”, a sensação por ele produzida no casal é DURÁVEL. Ele estará envolvido no momento mais íntimo da vida de um casal, e vai interagir sexualmente com a mulher que o parceiro liberal ama, ou ao menos, nutre afeto. Esta pessoa PRECISA SER CONFIÁVEL. Ou, ao menos, ser parecido com o que se espera. Paciência, segurança digital, virtual, um encontro inicial em local público e uma triagem cuidadosa e compartilhada, em que a cumplicidade do casal pode aumentar as chances de uma experiência saborosa.

Mas e o BDSM?
Pois bem, no decorrer das experiências do casal com outros homens, diferentemente do que acontece no universo Swing (troca de casais), tende a ampliar os horizontes da mulher no que se refere à diversidade dos parceiros. É comum relatos de homens que passam a ter um interesse sexual muito potencializado pela própria mulher quando esta é desejada e tocada por outros homens. Isso também tem um fundamento biológico[2].

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[2] A fêmea que é desejada pelo maior número de machos é sempre mais atraente, pois reúne os elementos biológicos que favorecem a reprodução. Mesmo sem perceber, os machos são induzidos pelo interesse coletivo. Na prática, uma mulher é mais interessante para o próprio parceiro na medida em que for interessante para os demais machos que a cercam. O comportamento de alguns pode ser de “negação”, ou seja, ciumento. O de outros, instintivo, de desejo acentuado pela própria parceira. O do homem liberal é o de potencializar o próprio interesse, aumentando a exposição de sua fêmea. Exibicionismo e Voyerismo são fetiches consequentes.


Alguns destes parceiros liberais passam a ter preferência pela posição voyer, exibicionista de sua parceira, ou mesmo de castidade relativa. A sensação da privação do sexo diante da parceira, e liberação de outros homens para fazerem sexo com ela, nascem justamente de sua adequação à sua condição beta, de macho secundário. O prazer disso derivado não pode ser explicado, como prazer algum pode. Mas seu fundamento está em algo que o BDSM conhece há muito tempo: SUPERAÇÃO DE LIMITES/IMPOSIÇÃO DE NOVOS LIMITES. 


Superar limites é um prazer que precede o intelecto humano. E este impulso, que é natural, está presente em tudo. No fetichismo, particularmente. Mas isso depende, claro, da variante do “impulso individual determinante”[3] fetichista. 
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[3] O Impulso Individual Determinante no fetichismo é uma variável que existe em cada pessoa, resultante de fatores psicoemocionais, sociais, e da construção cultural de cada um, bem como sua forma de reagir aderindo ou opondo-se à sua condição natural, que dá o “direcionamento determinado” de sua satisfação. Não existe um “certo ou errado” neste impulso, e ele é tão individual quando a personalidade, e encontra, no máximo, pessoas afins, mas nunca iguais. O “IID” está por trás da escolha, adesão ou rendição à postura Dominante, submissa, neutra, bivalente – como no caso dos switchers, que são pessoas que ora se satisfazem em Dominar, ora em submeterem-se, ao mesmo ou a outros parceiros – e pode estar recalcado em uma posição socialmente induzida, passando por transformações que liberem ou recalquem ainda mais esta tendência, no decorrer da vida.

Então um Dominante jamais teria prazer em “ser corno”?
Aí está uma interessante questão! Nada impede que... SIM!

Como foi explicitado na nota nº², o homem tende a desejar mais a mulher que é desejada por outros homens. Dependendo dos Impulsos Individuais Determinantes – IIDs – que foi explicado na nota nº³, um homem de instinto Dominante pode sentir profundo prazer em ver sua parceira interagindo sexualmente com outros homens, ou até mesmo sendo Dominada por eles. Talvez Dominando outros homens, o que não ocorre com ele. Quem sabe, sendo “eroticamente humilhada” pela objetificação sexual. Pode ser que a palavra “corno” não soe agradável, ou mesmo a palavra “traição”. Mas pode ser que sim. E quer saber? Tanto faz. O prazer de cada um é absolutamente inexplicável, e livre de uma obrigatoriedade lógica.

 
E o Papel Feminino?

Não prego que hoje em dia exista uma crise de identidade feminina na construção dos papeis nos relacionamentos. Creio que a soberania feminina seja natural no contexto de hoje, e especialmente onde existir afeto do homem em relação à mulher. Logo, a mulher é uma líder natural dos relacionamentos afetivos. E talvez, nos contextos libidinosos, a mulher tenha uma tendência a satisfazer-se ainda mais pelas mãos de um macho Dominante. É onde afirmo ser natural uma mulher amar homens menos Dominantes sem qualquer dificuldade. Mas desejar sexualmente um homem de ímpeto dominante de forma quase irresistível.
A mulher de hoje não está mais restrita aos grilhões morais da obrigatoriedade matrimonial. A mulher tem como possibilidade fazer de si mesma o centro da sexualidade do casal, e se sentir-se devidamente protegida no seu instinto de preservação familiar, e que sua sexualidade não crie prejuízos à seu papel como mãe, esposa, filha, colega e como profissional, ela certamente não terá dificuldades em viver a plenitude de seus prazeres.

PRÁTICAS COMUNS DO BDSM QUE REMETEM À LIBERALIDADE
Empréstimo de Escravas(os):
Embora não seja muito comum, o empréstimo de escravas ocorre com alguma frequência entre Dominadores. Há pessoas no meio que abominam a prática, por questões particulares, outras que tem por um dos principais fetiches. E não é difícil encontrar blogs e relatos na internet dedicados ao tema. O BDSM não se opõe a isso em suas três principais diretrizes (S.S.C.: Sanidade mental e física dos praticantes, Segurança procedimental das técnicas, Consensualidade plena e capacitada entre as partes.). E apesar de ter, como em qualquer meio social, suas divisões de opiniões, há vários relatos de ocorrências entre célebres praticantes do cenário brasileiro. Ademais, o BDSM não impede o exercício de práticas fetichistas que não estejam incluídas nas siglas de seu acrônimo.
Dominação de Casais:
Infelizmente ainda não é muito comum encontrar casais onde ambos sejam submissos. Seja por barreira cultural dentro do próprio BDSM, que faz com que submissas tendam à busca da formação de casal apenas com Dominadores, ou mesmo da afetividade de seus Donos, ou por que submissos não sintam-se atraídos por submissas. O fato é que não é comum a adorável junção entre mulher e homem submissos numa relação estável.
Digo isso não sem interesse, pois algumas das experiências mais interessantes que já vivenciei no BDSM foram justamente com casais onde ambos eram submissos, ou ao menos o parceiro submisso à parceira, e esta em posição neutra ou submissa a mim. Em termos liberais, a típica, relação Cuckold/HotWife. Ou então, FemDom, onde a mulher Domina seu parceiro através de diversos instrumentos, entre eles, a humilhação sexual.
Nessas práticas encontraríamos a castidade (com cintos de castidade ou simples ordem de privação), castigos físicos, humilhação comparativa (entre dotes físicos, ou mesmo posturais), servilidade (forçando o parceiro a servi-la diante de outro homem, ou até mesmo, servi-lo), inversão strap-on (penetração do parceiro com vibrador ou prótese), feminilização (forçar, ou induzir consensualmente o parceiro ao uso roupas ou maquiagem feminina), e bi-forced (forçar ou induzir consensualmente à prática sexual do parceiro com o terceiro envolvido). É evidente que nenhuma das práticas é obrigatória, e podem partir da parceira Dominante, ou depois de algum tempo de convívio e total consenso entre todos, partir do Dominador do casal. No meio BDSM ainda é uma prática jovem no Brasil. Em países europeus é relativamente comum.
Nos Estados Unidos, a prática é mais “autônoma”, e destacada do BDSM fetichista, contando com a tradicional figura dos Cuckos (maridos “cornos”), HotWifes (esposas liberais), representada por vezes como “Rainha de Espadas”, e Bulls (machos ativos, com grande frequência, negros e de dotes sexuais generosos). Embora bastante cultuada no Brasil, essa versão americana da liberalidade não costuma sustentar-se muito além das exibições fotográficas e vídeos de internet. Especialmente pelo fato de que o brasileiro não costuma ater seu estilo de vida a comportamentos sexuais, uma vez que apesar de extremamente liberal no sentido fútil e superficial da sensualização banalizada, a sociedade Tupiniquim é extremamente conservadora quando o assunto se aprofunda.
 

Os prazeres Requintados de Um Casal Submisso
Imagem ilustrativa de um casal masoquista.
Não reflete a tendência geral.
 Fonte: Internet
Descrever os prazeres envolvidos em uma sessão sexual com um casal submisso é difícil. Mas afirmo que as delícias são muitas. O simples fato de regar o amor e o afeto do casal de cordeiros com orgasmos, gozo e estocadas, dispondo da esposa plenamente entregue diante dos olhos de seu marido, e se faz capaz de sentir o prazer da sua amada, do macho que a possui, e até mesmo o próprio, seja na privação ou no prazer da participação que lhe for permitida, são elementos adoráveis.
Como Dominante, aprecio profundamente o gesto de gratidão de um companheiro manso quando lhe entrego a sua amada como uma “cadela usada” por mim, para que embalem seu namoro manso regado de meus cheiros, fluídos e sabores. Cena boa de levar na mente para o banho, enquanto lhes concedo alguns minutos de privacidade, e renovo as energias para a retomada, quem sabe, novas determinações e aprofundamento da mansidão de meu amigo manso, com sua amada esforçando-se ao máximo por cada gota de meu prazer.

E já que o artigo ficou extenso, cabe salientar que o que está aqui posto não esgota o tema, que é muito amplo, e com uma enormidade de correntes opinativas. Reflete o que eu, enquanto homem fetichista e Dominador praticante de BDSM, observei como passível de interface entre estes dois universos que, apesar de distintos, frequentemente dialogam em suas práticas, inclusive não intencionalmente. E como sou de opinião de que o “incidente” é melhor negócio do que “acidente”, aceitei o desafio de meu caro amigo Ulisses para produzir estes apontamentos!


A quem por ventura não conheça o BDSM, adianto que ele nem de longe resume-se ao que expus neste breve artigo, e possui uma profundidade muito maior do que o fetichismo puro e simples apresenta, já que se constitui de um universo particular cheio de esquinas e cruzamentos. Com eles, riscos e delícias que não estão isentas de perigos e oportunismos.

Para uma compreensão do tema, convido a todos que se interessem em aprofundarem conhecimentos no tema, a consultarem uns poucos textos que exponho em meu Blog (raramente atualizado), que é bdsm.domjupiter.com, o Portal do Senhor Verdugo (que é um dos maiores portais informativos do tema no mundo, onde tenho um espaço de contribuição): www.senhorvergudo.com, e a Revista BDSM Lovers (onde contribuo na coluna Luas de Júpiter): www. bdsmlovers.com.br/revista, e demais portais e espaços indicados nesta fonte.

E deixo meu canal de comunicação aberto a críticas e contribuições sobre o tema, pelo meu e-mail: bdsm@domjupiter.com
Reiterando meu Blog: bdsm.domjupiter.com
Saudações SM
Dom Júpiter


Breve Entrevista:

Dom Júpiter é Dominador, 35 anos, gaúcho de Porto Alegre, colunista de alguns portais e revistas temáticas sobre BDSM, escreve no blog bdsm.domjupiter.com, possui um perfil no Facebook neste link: https://www.facebook.com/domjupiter 

É adepto de práticas de Bondage/Shibari, Dominação/submissão, e emprega técnicas sadomasoquistas para intensificação dos prazeres sexuais.

Segundo relata, vivenciou experiências por alguns anos no universo Swing, e participou como single em diversas ocasiões, antes e depois de sua adesão ao BDSM como forma de expressão de sua sexualidade e estilo de vida.

Segundo relata, vive esta face de sua vida de forma discreta, sem misturar ou influenciar sua vida social e profissional, já que atua no meio jurídico e é também funcionário público.

Como relato pessoal meu, que conheço Júpiter pessoalmente e sou suspeito para falar dele, digo que é um amigo leal, uma pessoa sempre bem disposta e de minha total confiança. Tanto o fetichista como o ser humano que é inspiram muitas pessoas a seguirem o caminho a própria realização!
Para contato, Júpiter deixa seu e-mail:
bdsm@domjupiter.com

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

5 DICAS (DE CORNO!) PARA UM CASAMENTO SAUDÁVEL E PRAZEIROSO

 Faça sempre sexo oral em sua mulher! Ajuda ela a relaxar e sentir mais prazer noutras atividades!

 PROMOVA RELAÇÕES FAMILIARES E INTERPESSOAIS!
Ela gosta de sair com a mamãe para festas e eventos familiares!

EXERCITE O BEIJO DE LINGUA:
Um homem que sabe beijar bem excita e lubrifica como ninguém uma mulher.

 DE COLO A ELA SEMPRE QUE PRECISAR!

DEIXE ELA SAIR PARA  BEBER COM AMIGOS!
Mesmo que você não esteja junto sempre, ela vai sentir-se mais viva assim!


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

CHIFRA-ME LENTAMENTE

Passei a tarde de hoje pensando em você, amor...
 ... enquanto o pau de outro entrava em mim.



domingo, 5 de outubro de 2014

MENTIRAS QUE O CORNO ADORA SABER QUE ELA CONTA!

Mentira é coisa muito feia! Mas os cornos sabem que safadas, quando bem safadas mesmo, sempre contam uma mentirinha que outra, quando não tão muito afim de dar detalhes, ou mesmo não querem parecer tão vagabundas como amamos que elas sejam. Então, o corno sabe que na hora de interpretar, tem que "arredondar pra mais" algumas de suas versões. Ou então, imaginar que no fundo a verdade era outra!

1- "Ah, a festinha da Júlia? Tava boa sim, amor, não teve nada demais, só família mesmo. Não dancei muito, não tava muito disposta".


2- "Seu tamanho é perfeito, amor, e muito confortável. Tamanho não faz diferença, meu bem, isso é lenda"!


3. "Não se preocupe, amor, eu to indo de carona com um primo da Ju, tá bom? Sim, sim, já estou no caminho. Não, não se preocupe, ele é um rapaz direito sim. Beijo, te amo, chego em 15 minut... Não, péra... tá. Chego em uma hora e meia, duas horas, vamos ter que fazer um desvio por causa do trânsito. Beijo amor"!

4. "Não, não, demorei pra atender por que estava sendo comid... estava comendo algo. Ok, assim que me desocupar te ligo, amor".


5. "Me insinuar, eu? Jamais! Ainda mais que ele é seu amigo, amor! Quando ele vem aqui, apenas trato ele bem pra que se sinta a vontade aqui em casa"!

 6. "A Ju e a Lu são minhas bests, amor, não se preocupa. São tranquilas e não são desse tipo 'vadias' que você pensa"!