sábado, 13 de novembro de 2010

Diário de Marido: 11/11/2010 - Dessa vez foi caprichado Mesmo...

 Eu tinha um compromisso depois do trabalho, e Penélope já foi logo me ligando no meio da tarde, quando eu ainda tarbalhava:

- Rodrigo vem aqui pra casa hoje, não sei que horário vai embora. Então, te ligo assim que ele sair, tudo bem?

Vou discordar? Claro que não!

Bem, liguei pelas 21h, e ela me avisou discretamente que ainda estava acompanhada. Só pelas 21:30 é que pude ir pra casa, pois ele já tinha ido. O mal de ele não saber que ela é casada é esse, precisamos ficar escondendo as coisas. (risos).

Mas agradável foi a surpresa de chegar em casa, e me deparar com um cenário diferente... Sala desarrumada, mesa fora do lugar, e Penélope na cama.



O sorriso dela estava de orelha à orelha:

- Amor, ele... Acabou comigo. Nossa, eu nem sei o que dizer.

Mas, mesmo sem saber, foi contando aos poucos, quando comecei a despir sua roupa para conferir, como é de praxe, os sinais que ele deixou no corpo dela.

Eu havia percebido que o cheiro de sexo estava concentrado na sala, onde há uma mesa de madeira em que costumamos jantar, e onde estou casualmente digitando este texto no notebook. E foi esta mesma mesa, onde jantei e onde estou, que serviu de cenário para o que foi uma das transas mais fantásticas dos dois.



Ela me contou que começaram pelo sofá, onde ela a colocou primeiro pra chupar o pau dele. Comentou que ele estava especialmente "pegador", judiando dela pra valer.

- Dessa vez ele aprendeu a dar tapas! Nossa, me bateu muito, e chegou a me arrancar maços de cabelo de tanto me puxar.

Conforme ia falando, eu ia sentindo ela ficar extremamente excitada de novo, escorria como se estivesse no cio.

A bucetinha da Pê tava toda machucadinha, e quando desci mais a língua, ela foi categórica: - Ele gozou me fazendo anal.



Eu cheguei a gemer de tesão.



Contou ela que depois de se irritar com o barulho do sofá, ele tirou as coisas de cima da mesa, onde a colocou deitada, e meteu muito nela assim. Contorcendo-se de tesão, ela disse que gozou várias vezes, até que ela a puxou de volta pro sofá pra chupá-lo. Comeu mais um pouco minha amada no sofá, e olhando firme pra ela, perguntou o que ela queria. Ela respondeu que queria qualquer coisa que ele quisesse.

De imediato, ele a pegou, e jogou-a na mesa, quase com violência. De bruços, e de costas pra ele, deitada sobre a mesa e com os pés no chão. Começou a penetrá-la com força, e tirava, e botava, pinçelando sua bucetinha com o pau bem melado. Ela escorreu ao ponto de molhar o chão. E ele bombou uns instantes com o dedo enfiado no cuzinho dela.

Foi quando ela contou o que me deixou CHOCADO.

- Rodrigo tava fazendo tão gostoso, quando de repente, do nada, ele tirou o pau de dentro de mim, e simplesmente ENFIOU NO MEU RABO, ASSIM, SEM DÓ, COM TODA A FORÇA.




Eu cheguei a ficar preocupado na hora, por saber que ela não é assim tão fácil no anal. Mas me surpreendi com a sequencia:

-  Na hora, doeu muito, eu cheguei a ficar sem ar. Mas ele começou a me meter de um jeito... que quando vi, eu estava toda molinha... Ele me bateu, e arrancou um maço de cabelos de tanto me puxar como uma puta. Daí eu não aguentei, e gozei umas duas vezes com ele socando no meu rabo.

Eu não estava acreditando no que ouvia. Nessa hora, quem tava metendo na Penélope, enquanto contava, era eu, e ela estava escorrendo como uma cadela enquanto contava, muito excitada, lembrando. E eu, quase surtando de tesão.

Então percebi que ele está começando a compreender bem o seu papel de macho dela, quando ela contou que ele meteu assim por vários minutos, como se ela fosse uma puta qualquer, e de repente, despejou dentro dela, gozando e enchendo ela de porra (ele goza pra caramba, já vi os resultados nos lençóis).

Disse que ele simplesmente, assim que gozou, empurrou ela pra cima da mesa, como se não fosse nada, virou as costas, sem olhar, sem dizer nada, e foi lentamente caminhando pro chuveiro, deixando-a ali, jogada.




Se sentiu tratada como um objeto. E, acreditem, amou.

Depois juntou-se à ele no banho, e ele a tratou quase com indiferença (macho Dominador é tudo de bom), e ela ainda o encheu de agrados, fez lanche pra ele antes de ir embora, namoraram um pouco, e ele se foi. E então, me ligou, e em minutos, eu estava chegando pra ouvir essa história que estou aqui contando.

Estou maravilhado. Gozei como um bom corninho, assim que ela mandou, e fiquei chupando ela até ela enjoar.

Amo saber que ela está sendo assim, tratada como uma cadela, por ele.


E assim, registro mais uma página da minha maravilhosa vida de corninho manso da Pê!


Ulisses


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