segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Imaginação

Quase tudo começa no imaginário do marido, que conforme o tempo vai passando, a intimidade aumentando, começa a encontrar dentro de si as fantasias mais estranhas, e certamente passa por muitas crises interiores até conseguir aceitar que realmente deseja aquilo que parece impossível de desejar: Outro homem tocando sua amada esposa.


Esta fase, que é recheada de imaginação e ensaios mentais de "como seria" caso "fosse", leva à uma excitação inexplicável, e a muitas horas de pau duro. Aqueles que são dados ao prazer da masturbação (e todo o bom corninho deve ser muito bom nessa arte), desprendem boa parte de seus momentos de dedicação ao próprio prazer imaginando a esposa nos braços de outro homem.




Muitas sensações, entre elas o ciúme intenso, o medo de ser "comparado", ou até mesmo de sua esposa achar que o outro homem é "melhor" são assombrações que frequentam o imaginário do marido que começa a pensar nessas tantas possibilidades. Pois é, e conforme o tempo passa, a familiarização faz com que o desconforto dê lugar a mais prazer. E até o "tamanho do instrumento" do "amante imaginário" começa a ser mais interessante se for "maior que o do marido". Daí é difícil segurar as fantasias, e começa a chegar a hora de conversar com a esposa de algum modo, né?



Imaginar a cena da chegada do trabalho e encontrar uma agradável surpresa em casa: Fato.


Depois de contar pra ela, normalmente se percebe a clara rejeição da idéia. As mulheres são muito inseguras, temem a rejeição depois de ser "maculada" por um homem estranho ao casamento. Mesmo que traiam, preferem que isso fique em segredo. Culturalmente é melhor trair em segredo, né? Já que o que os olhos não vêm (não dá tesão ao corninho!).

Mas a sementinha fica plantada. E se o corno se mantiver firme no seu propósito, e fizer ela sentir-se segura de que ficará tudo bem, mesmo que desistam da idéia depois das primeiras tentativas: Bingo! A felicidade pode estar logo ali adiante.

Algo muda nela. A fantasia passa a integrar também o imaginário dela.



Dar-lhe a liberdade de paquerar via internet, usar roupas mais sedutoras, escolher o tipo de homem ideal são os primeiros passos para que ela sinta-se mais segura em relação às possibilidades. E fique esperto, maridão: Estarão ali os sinais e indícios de como chegar onde pretendes.

E fique esperta, esposinha: Você pode descobrir ali prazeres que jamais imaginou que sentiria! E o melhor, podendo dividir isso e fazendo com que seja muito mais intenso.



Ela começa a desenvolver seus gostos liberais, e fazer seus planos ideais para ser a esposa perfeita para seu marido.



É então que tudo está bem perto de acontecer, e pra ser perfeito e maravilhoso, tudo que é preciso é muita paciência, muita segurança, e uma escolha cuidadosa de como, quem, onde e quando vai rolar.

O pacto de cumplicidade é fundamental, e ambos devem saber-se completamente responsáveis pela experiência, dê ela no que der. Jamais deverão culpar um ao outro caso um dos dois não aprecie. Se for pra ser assim, melhor que não seja!

A escolha de parceiros dentro de todos os requisitos acertados pelo casal é importante. Mas mais importante que isso, é que se saiba que ninguém é perfeito.

A imaginação é o berço das realizações. É correr pro abraço!

Ulisses

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